Hoje é um dia importante, no qual sinto uma nostalgia tão particular.
Posso escrever sentimentos, palavras que irão parecer vãs, que nenhum de vós compreenderia qual o seu significado.
Posso enumerar momentos, conversas, sorrisos, partilhas, mas nenhum de vós os viveria.
Posso cantar as músicas que me transportam a lugares tão peculiares, mas vós não as escutariam.
Até podia contar os meus segredos mais profundos mas, mais uma vez , vós não os ouviriam.
Podia ir mais longe e explicar quais os sinais. Mas vós.... não interpretariam da melhor forma.
Poder, até posso: dizer, sentir, fazer-vos ouvir, saborear, reflectir, olhar... mas ninguém entenderia!
É um dia especial, para mim e para ele, por isso não compreenderiam o que sinto, o que desejo, o que vejo, o que sonho... só eu e ele conseguimos compreender!
UM ANO <3
AMO-TE ALLEX
"Restava-me o amparo dos livros" - José Jorge Letria
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Foi mais um ano!
Como tudo passa a correr e nem nos aprecemos que os anos começam a ficar mais curtos. Somos novos ainda, é verdade, mas nos nossos 20 anos já somos responsáveis pela nossa vida, tudo o que fizermos a partir desta idade vai passar primeiro por aquilo que realmente queremos e não pelo que os pais mais querem. Sim, é verdade que já antes as coisas eram assim. Mas ainda não nos apercebemos bem de como estamos a crescer e de como começamos a precisar de nós mesmos para seguir em frente.
Fazemos de tudo para conseguir atingir os nossos objectivos, é bom, muito bom ter objectivos e conseguir realiza-los! Este ano, percebi realmente quais são os meus objectivos e vou tentando atingi-los! Por vezes desanimo e acabo por esquece-los, outras vezes luto mesmo que seja complicado e com muito esforço tudo se consegue!
Foi um ano curto mas que começou bem e aparente terminar bem.
Comecei com os dois pés bem assentes na terra, apostei em sentimentos sinceros e reciprocos, em aventuras nas quais nunca me tinha visto nem imaginado. Tornei-me uma pessoas mais forte e mais sincera, capaz de lidar com situações menos boas.
Tenho somente pena do pouco tempo que dediquei aos meus amigos de sempre, porque amigos destes são para a vida, amigos que não nos abandonam mesmo com o passar do tempo.
Este ano, descobri isso, descobri quem realmente merece cada segundo meu, mesmo que por vezes eu esteja longe, mesmo que por vezes eu me exclua, são amigos fantásticos! E eu adoro cada um deles. Alguns não o sabem, mas sinto saudades de cada um deles.
Não posso deixar de dizer, que embora estejam a passar os 3 anos de faculdade, e que tenham sido apenas 3, os amigos de lá, também fizeram parte desta minha mudança, e a cada dia que passa são mais importantes, embora também não tenham a noção do quanto. O medo de deixar Portalegre e perder o contacto é tanto que evito falar nisso e faço-me de forte evitando também as lágrimas que muitas vezes sinto vontade de as deixar cair no meu rosto. Acho que 2011 vai ser um ano ainda mais marcante.
Em relação ao curso... cada vez sinto-me mais realizada. É óptimo saber que estou no curso que gosto e que realmente quero aprofundar. E cada dia que passa sinto mais interesse e mais vontade de seguir em frente, mostrar o que sei e o que desejo. Neste semestre sinto que fui feita para isto, sinto que me empenho e que faço o melhor que consigo. Estou apaixonada pela minha área, só espero que a crise me passe ao lado e que consiga satisfazer o mercado de trabalho! Este ano mais do que os outros todos, desejo, sinceramente, entrar no mundo do trabalho. Mas sei que será complicado!
Desejo a todos os que leram isto, umas óptimas entradas!
Beijinhos*
Como tudo passa a correr e nem nos aprecemos que os anos começam a ficar mais curtos. Somos novos ainda, é verdade, mas nos nossos 20 anos já somos responsáveis pela nossa vida, tudo o que fizermos a partir desta idade vai passar primeiro por aquilo que realmente queremos e não pelo que os pais mais querem. Sim, é verdade que já antes as coisas eram assim. Mas ainda não nos apercebemos bem de como estamos a crescer e de como começamos a precisar de nós mesmos para seguir em frente.
Fazemos de tudo para conseguir atingir os nossos objectivos, é bom, muito bom ter objectivos e conseguir realiza-los! Este ano, percebi realmente quais são os meus objectivos e vou tentando atingi-los! Por vezes desanimo e acabo por esquece-los, outras vezes luto mesmo que seja complicado e com muito esforço tudo se consegue!
Foi um ano curto mas que começou bem e aparente terminar bem.
Comecei com os dois pés bem assentes na terra, apostei em sentimentos sinceros e reciprocos, em aventuras nas quais nunca me tinha visto nem imaginado. Tornei-me uma pessoas mais forte e mais sincera, capaz de lidar com situações menos boas.
Tenho somente pena do pouco tempo que dediquei aos meus amigos de sempre, porque amigos destes são para a vida, amigos que não nos abandonam mesmo com o passar do tempo.
Este ano, descobri isso, descobri quem realmente merece cada segundo meu, mesmo que por vezes eu esteja longe, mesmo que por vezes eu me exclua, são amigos fantásticos! E eu adoro cada um deles. Alguns não o sabem, mas sinto saudades de cada um deles.
Não posso deixar de dizer, que embora estejam a passar os 3 anos de faculdade, e que tenham sido apenas 3, os amigos de lá, também fizeram parte desta minha mudança, e a cada dia que passa são mais importantes, embora também não tenham a noção do quanto. O medo de deixar Portalegre e perder o contacto é tanto que evito falar nisso e faço-me de forte evitando também as lágrimas que muitas vezes sinto vontade de as deixar cair no meu rosto. Acho que 2011 vai ser um ano ainda mais marcante.
Em relação ao curso... cada vez sinto-me mais realizada. É óptimo saber que estou no curso que gosto e que realmente quero aprofundar. E cada dia que passa sinto mais interesse e mais vontade de seguir em frente, mostrar o que sei e o que desejo. Neste semestre sinto que fui feita para isto, sinto que me empenho e que faço o melhor que consigo. Estou apaixonada pela minha área, só espero que a crise me passe ao lado e que consiga satisfazer o mercado de trabalho! Este ano mais do que os outros todos, desejo, sinceramente, entrar no mundo do trabalho. Mas sei que será complicado!
Desejo a todos os que leram isto, umas óptimas entradas!
Beijinhos*
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Momentos,
Sentimentos
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Uns longos 30 dias
Há um mês que não ia a casa!
Há um mês que não via Família, amigos de longa data, de uma data mais curta... Mas todos tão próximos...
Há 30 dias que não te via, que não sentia o teu cheiro, o teu calor. Que não via o teu sorriso, a tua boa disposição, que não ficava nos teus braços. Há trinta dias que esperava por um abraço, por uma palavra de amor sussurrada ao meu ouvido, que faz de nós tão íntimos e sinceros.
Há 760 horas desejei que os 43200 minutos que nos separavam, terminassem no primeiro segundo dos 259200 que tínhamos entre nós! Mas, mais que nunca, aproveitamos cada momento verdadeiro, todos eles o foram!
Quando se ama, perde-se a noção do tempo, a nossa... a nossa só se perde quando o ar que inspiramos é o mesmo. Longe de ti... o tempo parece nunca ter fim!
Há um mês que não via Família, amigos de longa data, de uma data mais curta... Mas todos tão próximos...
Há 30 dias que não te via, que não sentia o teu cheiro, o teu calor. Que não via o teu sorriso, a tua boa disposição, que não ficava nos teus braços. Há trinta dias que esperava por um abraço, por uma palavra de amor sussurrada ao meu ouvido, que faz de nós tão íntimos e sinceros.
Há 760 horas desejei que os 43200 minutos que nos separavam, terminassem no primeiro segundo dos 259200 que tínhamos entre nós! Mas, mais que nunca, aproveitamos cada momento verdadeiro, todos eles o foram!
Quando se ama, perde-se a noção do tempo, a nossa... a nossa só se perde quando o ar que inspiramos é o mesmo. Longe de ti... o tempo parece nunca ter fim!
( ao meu amigo de blogue e de sempre: Foi óptimo receber um abraço teu!
à minha família: as saudades eram tantas, que de longe senti uma lágrima a querer deslizar pela minha face. )
à minha família: as saudades eram tantas, que de longe senti uma lágrima a querer deslizar pela minha face. )
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Coisas do típico português... Tem dias em que desespero por fazer algo útil, outros só quero ficar deitada ou a comer. E o pior nisto tudo é que quando não tenho nada para fazer é quando quero mexer-me, e quando o meu tempo livre é nulo é quando preciso de ficar na cama! Sei que isto não acontece só comigo... mas parece que preciso de um empurrão para acordar e começar a pensar no que realmente quero fazer, como quero estar, como preciso estar, o que preciso mudar... Deixar-me dos pequenos sonhos e começar a sonhar alto, e principalmente conquistar esses sonhos.
O problema é que embora eu escreva sobre este assunto, sei que ficará somente nestas linhas.
Sou uma jovem adulta, a terminar o terceiro ano de licenciatura e tenho medo de não estar preparada para o mercado de trabalho! E não sei se é por esse motivo que decidi apostar em mais dois anos de Mestrado. Quero estar preparada quando sair daqui. Mas ainda sonho com objectivos baixos... não acredito ser capaz de chegar a um cargo alto dentro da minha área, não acredito que tenho a minha criatividade desenvolvida o suficiente para seguir o ramo de Publicidade e ficar somente pelas Relações Públicas! Não que me desagrade, porque é um ramo que me deixa fascinada... Mas ao mesmo tempo fico com pena de virar as costas à publicidade.
Estou confusa e perdi por momentos o chão que piso.
Quero dar o melhor de mim, mas nem sempre o faço por ser tão comodista.
O problema é que embora eu escreva sobre este assunto, sei que ficará somente nestas linhas.
Sou uma jovem adulta, a terminar o terceiro ano de licenciatura e tenho medo de não estar preparada para o mercado de trabalho! E não sei se é por esse motivo que decidi apostar em mais dois anos de Mestrado. Quero estar preparada quando sair daqui. Mas ainda sonho com objectivos baixos... não acredito ser capaz de chegar a um cargo alto dentro da minha área, não acredito que tenho a minha criatividade desenvolvida o suficiente para seguir o ramo de Publicidade e ficar somente pelas Relações Públicas! Não que me desagrade, porque é um ramo que me deixa fascinada... Mas ao mesmo tempo fico com pena de virar as costas à publicidade.
Estou confusa e perdi por momentos o chão que piso.
Quero dar o melhor de mim, mas nem sempre o faço por ser tão comodista.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Apagada!
Como é difícil perceber que as nossas escolhas raramente estão certas.
Sinto-me magoada, traída, porquê? Por quem?
Às vezes oiço: "Os amigos estão sempre quando precisas". Será? Cada vez acredito menos nisso! Claro... há amigos que estão sempre. Mas por vezes falham-nos. E falham da pior maneira. Sinto-me ignorada por uma das pessoas que sempre esteve comigo tanto nos bons momentos como nos maus. Agora... nem nos maus nem nos bons! Sendo assim... eu decido que não estarei presente também. Sinto-me traída, porque sempre fiz dessa pessoa a primeira de todas. Mas já lá vão os dias em que a amizade era forte.
A partir de hoje... desisto desta amizade frustrada!
Sinto-me magoada, traída, porquê? Por quem?
Às vezes oiço: "Os amigos estão sempre quando precisas". Será? Cada vez acredito menos nisso! Claro... há amigos que estão sempre. Mas por vezes falham-nos. E falham da pior maneira. Sinto-me ignorada por uma das pessoas que sempre esteve comigo tanto nos bons momentos como nos maus. Agora... nem nos maus nem nos bons! Sendo assim... eu decido que não estarei presente também. Sinto-me traída, porque sempre fiz dessa pessoa a primeira de todas. Mas já lá vão os dias em que a amizade era forte.
A partir de hoje... desisto desta amizade frustrada!
terça-feira, 27 de julho de 2010
Avó
Ontem o dia foi dedicado aos avós! Hum... como gostava de ter tido avós presentes, nunca tive essa experiência e acredito que deve ser a melhor coisa que existe. É verdade que ainda conheci a minha avozinha paterna, um amor de pessoa, mas... a situação familiar, e geográfica, afastou-nos! E a culpa não foi nossa. Foi paterna. Essa privação magoou-me fortemente e só me apercebi disso quando, já bem crescida, soube que nunca mais a poderia ver. Que as poucas recordações de infância foram as únicas coisas que ficaram. Não sei se algum dia serei capaz de perdoar esta falha no meu crescimento. Já perdoei muito mas isto... Não sei se conseguirei. Seria uma partilha de amor verdadeiro e de sabedoria que mais ninguém me poderia dar.
Pensei muito neste assunto no dia de ontem. E mesmo sabendo que ela não está viva, e que não me ouve nem me vê, dediquei-lhe este dia.
Pensei muito neste assunto no dia de ontem. E mesmo sabendo que ela não está viva, e que não me ouve nem me vê, dediquei-lhe este dia.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Hay-on-Wye
"Primeiro, interessava saber se Hay existia. Mesmo. Ouvia falar: um povoado perdido na fronteira, umas centenas de habitantes e milhões de livros sem preços para assustar. Não acreditava. Podia existir uma aldeia no fim do mundo, com quarenta alfarrabistas e uma gente que vive para ler, reler, comprar e vender? Mas devia acreditar." João Pereira Coutinho
:D
Que lugar... Enquanto lia umas crónicas deste escritor ( apesar de acabar por ficar aborrecida na vigésima página), encontrei uma referência a este local maravilhoso. Fiquei curiosa, pois é um sonho para qualquer amante de literatura.
Hay -on-wye, localizada na Inglaterra, foi transformada, por Richard Booth, um lunático, na capital dos livro. Este lunático importou tantos livros que não havia estantes suficientes no castelo, para os suportar, por isso, começou a juntar os livros no jardim do castelo, à disposição de todos os habitantes.Os visitantes da cidade podem adquirir os livros por um preço simbólico, ou simplesmente, por nada!
A minha viagem de sonho.
Quero uma cidade destas em Portugal !!!



Hay -on-wye, localizada na Inglaterra, foi transformada, por Richard Booth, um lunático, na capital dos livro. Este lunático importou tantos livros que não havia estantes suficientes no castelo, para os suportar, por isso, começou a juntar os livros no jardim do castelo, à disposição de todos os habitantes.Os visitantes da cidade podem adquirir os livros por um preço simbólico, ou simplesmente, por nada!
A minha viagem de sonho.
Quero uma cidade destas em Portugal !!!



sexta-feira, 2 de julho de 2010
Exame 2
Para os interessados:
Embora tenha reclamado, e postado aqui o meu sentimento de irritação perante uma professora sem responsabilidade, PASSEI... com 11 mas não é nada mau :P
Mas o meu sentimento por ela não muda! Tive 11 porque olha... sou uma "cagona" como diz um colega meu!
Dia 19 tenho outro exame, Introdução ao direito, já tentei passar a isto mas não consegui, vamos ver se é desta...
Ah e o francês... esse... ui... eu e as línguas estrangeiras temos alguns problemas, (lembrei-me daquela piada Su :P ), para o ano esforço-me :P
Fora essas... este semestre correu de vento em poupa :D
Embora tenha reclamado, e postado aqui o meu sentimento de irritação perante uma professora sem responsabilidade, PASSEI... com 11 mas não é nada mau :P
Mas o meu sentimento por ela não muda! Tive 11 porque olha... sou uma "cagona" como diz um colega meu!
Dia 19 tenho outro exame, Introdução ao direito, já tentei passar a isto mas não consegui, vamos ver se é desta...
Ah e o francês... esse... ui... eu e as línguas estrangeiras temos alguns problemas, (lembrei-me daquela piada Su :P ), para o ano esforço-me :P
Fora essas... este semestre correu de vento em poupa :D
sábado, 26 de junho de 2010
Para a pessoa especial
Perco a fala e reage o silêncio quando o que o coração sente não se sabe explicar.
Perdi horas, escrevi linhas em vão. Apaguei-as e rasguei páginas e espalhei folhas no meu quarto tão humilde na presença de tanto sentimento.
Fecho os olhos, abro o coração e divago pela mente. Procuro motivos, sensações e razões. Um conjunto de paradigmas que se sobrepõem ao que é comum. Desbravo a gramática própria e imprópria para explicar o que não tem explicação.
Não encontro as letras capazes de formar as palavras perfeitas para o motivo da presença do vocábulo que une o Eu ao Tu.
Apenas é-me possível mostrar por gestos, sorrisos que o sentimento está presente mesmo que as palavras não estejam.
Posso ficar muda mas o coração não se calará.
Perdi horas, escrevi linhas em vão. Apaguei-as e rasguei páginas e espalhei folhas no meu quarto tão humilde na presença de tanto sentimento.
Fecho os olhos, abro o coração e divago pela mente. Procuro motivos, sensações e razões. Um conjunto de paradigmas que se sobrepõem ao que é comum. Desbravo a gramática própria e imprópria para explicar o que não tem explicação.
Não encontro as letras capazes de formar as palavras perfeitas para o motivo da presença do vocábulo que une o Eu ao Tu.
Apenas é-me possível mostrar por gestos, sorrisos que o sentimento está presente mesmo que as palavras não estejam.
Posso ficar muda mas o coração não se calará.
Da pessoa especial!
Às vezes sinto-me só, distante de tudo e todos fogem e se escondem de mim. O meu mundo fica tão frio e desaconchegante , numa escuridão.
Sinto saudades de casa. Bate uma vontade tremenda de gritar! Aí apareces tu. De onde e como eu não sei, mas estás aqui! Abraçaste-me e sorriste para mim. Eu sem nada entender e espantado retribuo com um sorriso envergonhado.
Ao abraçares-me tiraste o frio que me congelava. Deste-me um calor imenso, cheio amor, afecto, carinho. Tiraste-me da escuridão com o brilho do teu olhar.
Comecei a entende. Mas... Porquê? Porque fazes isso? Vindo de uma pessoa que mal me conhece, e a quem mal conheço.
Porque me amas tanto? Um amor que suporta muito só por mim. Explica-me!
Tira de mim essa dúvida por favor!
E com um olhar amante e com poucas palavras tu explicaste-me:
- Meu bem, sou o teu anjo. E estive sempre aqui
-Meu bem, sou a tua asa.
-Meu bem, mais do que isso, o que eu faço é por amor.
Allex
Sinto saudades de casa. Bate uma vontade tremenda de gritar! Aí apareces tu. De onde e como eu não sei, mas estás aqui! Abraçaste-me e sorriste para mim. Eu sem nada entender e espantado retribuo com um sorriso envergonhado.
Ao abraçares-me tiraste o frio que me congelava. Deste-me um calor imenso, cheio amor, afecto, carinho. Tiraste-me da escuridão com o brilho do teu olhar.
Comecei a entende. Mas... Porquê? Porque fazes isso? Vindo de uma pessoa que mal me conhece, e a quem mal conheço.
Porque me amas tanto? Um amor que suporta muito só por mim. Explica-me!
Tira de mim essa dúvida por favor!
E com um olhar amante e com poucas palavras tu explicaste-me:
- Meu bem, sou o teu anjo. E estive sempre aqui
-Meu bem, sou a tua asa.
-Meu bem, mais do que isso, o que eu faço é por amor.
Allex
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Deixa-me sonhar!
Faltam as palavras...
Sonho contigo e não sei explicar o porquê. Não está certo. Nunca esteve...
Já não te amo. Já não penso em ti como pensava. Porque tens de atormentar os meus sonhos? Sonhos que se tornam pesadelos. Momentos de medo que me perseguem sempre que estás presente no meu inconsciente.
Não tenho palavras para te dizer o que sofro por estares no meu pensamento enquanto durmo, Deixa-me ser feliz enquanto posso, já que nunca o fui! Nunca deixaste que isso acontecesse... e ainda não deixas.
Quero continuar a minha vida, feliz... Ao lado de quem merece o meu sorriso, o meu bem estar, o meu olhar, as minhas palavras. Tudo aquilo que tiveste e não foste digno.
Afasta-te de mim! Deixa-me amar e ser amada. Cansei-me de te ter presente na minha vida. Chegou o momento de te afastares e de perderes o poder que tens sobre aquilo que não posso controlar, a mente.
Adeus.
Sonho contigo e não sei explicar o porquê. Não está certo. Nunca esteve...
Já não te amo. Já não penso em ti como pensava. Porque tens de atormentar os meus sonhos? Sonhos que se tornam pesadelos. Momentos de medo que me perseguem sempre que estás presente no meu inconsciente.
Não tenho palavras para te dizer o que sofro por estares no meu pensamento enquanto durmo, Deixa-me ser feliz enquanto posso, já que nunca o fui! Nunca deixaste que isso acontecesse... e ainda não deixas.
Quero continuar a minha vida, feliz... Ao lado de quem merece o meu sorriso, o meu bem estar, o meu olhar, as minhas palavras. Tudo aquilo que tiveste e não foste digno.
Afasta-te de mim! Deixa-me amar e ser amada. Cansei-me de te ter presente na minha vida. Chegou o momento de te afastares e de perderes o poder que tens sobre aquilo que não posso controlar, a mente.
Adeus.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Encontro
Cheg
ou o dia ... O dia que pensava que nunca iria chegar.
O sol brilhava logo pela manhã, parecia que tudo estava a meu favor. O meu cabelo, o meu sorriso, o meu olhar, a minha expressão, o meu andar, a minha pele... tudo perfeito. Era o dia. O tão aguardado dia.
Estava nervosa, mas até isso conseguia controlar. Não sabia o que me esperava e como tudo poderia acabar, no entanto, estava confiante de que não sairia magoada.
Esperei por este momento, horas, dias, meses, anos. Já não suportava mais esta espera, tudo o que vivia me destruia pois não podia ter aquilo que tanto desejava. E naquele dia o que pretendia iria acontecer. Planeei tudo sem falhar num único pormenor. Pelo menos era isso que eu pensava.
Saí de casa, bonita, elegante, perfeita, tudo aquilo que nunca tinha sentido que era, os homens olhavam para mim e, sem dizer uma única palavra, transmitindo apenas pela expressão, deliciavam-se com o meu andar. Pareceu-me estranho, todos os dias à mesma hora passava por aquela rua, por aqueles homens e nunca me tinha sentido tão observada. Sempre me senti só, fraca, desinteressante. E naquele dia tudo se tinha alterado. Mas porquê naquele dia? O tão aguardado dia?
Tinha esperado por não deixar ninguém que sentiria a minha falta, família... já não tinha, amores... nunca os tive, amigos só me magoaram... Era o dia em que só dependeria da minha vida.
Caminhei até à praia, calma, como todos os dias o fazia, mas daquela vez não chorei, pelo contrário, sorri. Era o momento ideal! Descalcei as minhas sandálias cremes de salto alto, coloquei os meus pequenos pés na areia, e caminhei até sentir as primeiras gotas de mar... Era o meu maior medo.
Mas uma força maior que a do medo me puxava para dentro de água. Era a força que sempre desejei ter, aquela que me levaria ao meu tão esperado dia. Quando dei por mim o mar já tocava na minha cintura fina, era o momento ideal.
No momento em que me debrucei e fiz com que aquela água salgada me tocasse no peito, senti uma mão forte que me agarrou, me abraçou e que chorava sem eu entender porquê.
Levantando-me levemente e com segurança caminhou para a areia, continuando a chorar. Deitou-me na areia, beijou-me a testa, sorriu-me e ainda com algumas lágrimas,disse "Eu volto" e partiu.
Dias e dias voltei aquela praia e vi o mar de longe. Tenho medo novamente, não entendo... Quem era aquele homem que não me deixou terminar a minha história, a minha vida? Procuro aquele olhar profundo e triste, mas ao mesmo tempo carinhoso e real. Tentei aproximar-me mais do mar até senti-lo nos meus pés, mas ele não reaparece... fiquei só novamente.
Hoje faz um mês desde que o vi. Durante a noite viajei nos meus sonhos à procura daquele homem misterioso e belo, mas percebi que não valia a pena esperar, que não me fazia bem voltar a pensar nele. Desisti. Hoje voltei ao meu serviço, não via os meus colegas de trabalho à imenso tempo, também nunca tinha prestado atenção a nenhum deles, pois pretendia não voltar.
Por incrível que pareça mudei a minha atitude, cumprimentei um a um, sorri com sorrisos sinceros, olhei finalmente com atenção até que por instantes pensei que estaria a ter alucinações, mas era ele, o meu homem misterioso, que sorriu-me, agora sem lágrimas, e com um gesto delicado estendeu a mão e disse: "Esperei todas as horas, dias, meses, anos, por este momento .O momento em que finalmente os teus olhos me vissem e o teu sorriso me sorrisse".
ou o dia ... O dia que pensava que nunca iria chegar.O sol brilhava logo pela manhã, parecia que tudo estava a meu favor. O meu cabelo, o meu sorriso, o meu olhar, a minha expressão, o meu andar, a minha pele... tudo perfeito. Era o dia. O tão aguardado dia.
Estava nervosa, mas até isso conseguia controlar. Não sabia o que me esperava e como tudo poderia acabar, no entanto, estava confiante de que não sairia magoada.
Esperei por este momento, horas, dias, meses, anos. Já não suportava mais esta espera, tudo o que vivia me destruia pois não podia ter aquilo que tanto desejava. E naquele dia o que pretendia iria acontecer. Planeei tudo sem falhar num único pormenor. Pelo menos era isso que eu pensava.
Saí de casa, bonita, elegante, perfeita, tudo aquilo que nunca tinha sentido que era, os homens olhavam para mim e, sem dizer uma única palavra, transmitindo apenas pela expressão, deliciavam-se com o meu andar. Pareceu-me estranho, todos os dias à mesma hora passava por aquela rua, por aqueles homens e nunca me tinha sentido tão observada. Sempre me senti só, fraca, desinteressante. E naquele dia tudo se tinha alterado. Mas porquê naquele dia? O tão aguardado dia?
Tinha esperado por não deixar ninguém que sentiria a minha falta, família... já não tinha, amores... nunca os tive, amigos só me magoaram... Era o dia em que só dependeria da minha vida.
Caminhei até à praia, calma, como todos os dias o fazia, mas daquela vez não chorei, pelo contrário, sorri. Era o momento ideal! Descalcei as minhas sandálias cremes de salto alto, coloquei os meus pequenos pés na areia, e caminhei até sentir as primeiras gotas de mar... Era o meu maior medo.
Mas uma força maior que a do medo me puxava para dentro de água. Era a força que sempre desejei ter, aquela que me levaria ao meu tão esperado dia. Quando dei por mim o mar já tocava na minha cintura fina, era o momento ideal.
No momento em que me debrucei e fiz com que aquela água salgada me tocasse no peito, senti uma mão forte que me agarrou, me abraçou e que chorava sem eu entender porquê.
Levantando-me levemente e com segurança caminhou para a areia, continuando a chorar. Deitou-me na areia, beijou-me a testa, sorriu-me e ainda com algumas lágrimas,disse "Eu volto" e partiu.
Dias e dias voltei aquela praia e vi o mar de longe. Tenho medo novamente, não entendo... Quem era aquele homem que não me deixou terminar a minha história, a minha vida? Procuro aquele olhar profundo e triste, mas ao mesmo tempo carinhoso e real. Tentei aproximar-me mais do mar até senti-lo nos meus pés, mas ele não reaparece... fiquei só novamente.
Hoje faz um mês desde que o vi. Durante a noite viajei nos meus sonhos à procura daquele homem misterioso e belo, mas percebi que não valia a pena esperar, que não me fazia bem voltar a pensar nele. Desisti. Hoje voltei ao meu serviço, não via os meus colegas de trabalho à imenso tempo, também nunca tinha prestado atenção a nenhum deles, pois pretendia não voltar.
Por incrível que pareça mudei a minha atitude, cumprimentei um a um, sorri com sorrisos sinceros, olhei finalmente com atenção até que por instantes pensei que estaria a ter alucinações, mas era ele, o meu homem misterioso, que sorriu-me, agora sem lágrimas, e com um gesto delicado estendeu a mão e disse: "Esperei todas as horas, dias, meses, anos, por este momento .O momento em que finalmente os teus olhos me vissem e o teu sorriso me sorrisse".
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Mãe
Ontem foi dia da mãe e eu e o meu irmão decidimos oferecer algo, uma das partes da prenda vai ficar aqui registada, mas foi o meu querido irmão que escreveu ;) :
"Não sabendo bem o que escrever
apelo à influência que tiveste no meu ser
ao dever de mãe a que tu nunca falhaste
desde o mais pequeno gesto, que por mais insignificante, tu sempre deste
a todas as vezes que me chamaste à razão
Porque és tu a supremacia da minha educação.
Tu sempre tiveste cá e eu só tenho de agradecer
fechando os olhos a muita coisa que simplesmente fingias não ver.
Pondo à prova a minha consciência
E eu mentia e contestava com base na minha ciência.
Obrigado mãe pela minha roupa tingida pelo teu suor,
Pelo caminho que me fizeste seguir sempre pensando no meu melhor
Pelos anos que lutaste para me dar o pão nosso de cada dia.
Pelo que fizeste para eu ser feliz mais um dia.
Ignorando assim os nossos defeitos,
mesmo que quando contados por alguém.
E agora pergunto:
O que posso fazer eu pela minha mãe?"
;)
"Não sabendo bem o que escrever
apelo à influência que tiveste no meu ser
ao dever de mãe a que tu nunca falhaste
desde o mais pequeno gesto, que por mais insignificante, tu sempre deste
a todas as vezes que me chamaste à razão
Porque és tu a supremacia da minha educação.
Tu sempre tiveste cá e eu só tenho de agradecer
fechando os olhos a muita coisa que simplesmente fingias não ver.
Pondo à prova a minha consciência
E eu mentia e contestava com base na minha ciência.
Obrigado mãe pela minha roupa tingida pelo teu suor,
Pelo caminho que me fizeste seguir sempre pensando no meu melhor
Pelos anos que lutaste para me dar o pão nosso de cada dia.
Pelo que fizeste para eu ser feliz mais um dia.
Ignorando assim os nossos defeitos,
mesmo que quando contados por alguém.
E agora pergunto:
O que posso fazer eu pela minha mãe?"
;)
sábado, 24 de abril de 2010
Liberdade
Não sei porque é que sinto que este tema mexe demasiado com o meu espírito critico.
Anda há um ou dois dias li no facebook, nos posts da TSF que vai ser proibido o uso da burca em locais públicos em França, um país tão desenvolvido mas que para mim não respeita este direito.
Talvez se compreenda o ponto de vista dos franceses, o medo. Mas parece que
existe um pouco de autoridade sobre estas pessoas. Se elas, mesmo fora do país natal, escolhem usar a burca, porque não o podem fazer? Se criticam os muçulmanos por obrigarem as jornalistas europeias a usar a burca quando estão em trabalho, porque é que estão a agir da mesma forma? Não entendo. A liberdade de religião não está a ser respeitada, a liberdade de escolha também não.
Se se diz que este direito é utópico, eu concordo. Mas neste caso o preconceito que existe sobre estas pessoas muçulmanas, que vêm à procura, na Europa, de uma melhor condição de vida, está cada vez mais presente e supostamente, segundo a teoria de Darwin, a espécie humana está a evoluir, o que não me parece que esteja a acontecer neste momento, cada vez mais sinto que o Homem está a perder o consenso e a inteligência.
Anda há um ou dois dias li no facebook, nos posts da TSF que vai ser proibido o uso da burca em locais públicos em França, um país tão desenvolvido mas que para mim não respeita este direito.
Talvez se compreenda o ponto de vista dos franceses, o medo. Mas parece que
existe um pouco de autoridade sobre estas pessoas. Se elas, mesmo fora do país natal, escolhem usar a burca, porque não o podem fazer? Se criticam os muçulmanos por obrigarem as jornalistas europeias a usar a burca quando estão em trabalho, porque é que estão a agir da mesma forma? Não entendo. A liberdade de religião não está a ser respeitada, a liberdade de escolha também não.Se se diz que este direito é utópico, eu concordo. Mas neste caso o preconceito que existe sobre estas pessoas muçulmanas, que vêm à procura, na Europa, de uma melhor condição de vida, está cada vez mais presente e supostamente, segundo a teoria de Darwin, a espécie humana está a evoluir, o que não me parece que esteja a acontecer neste momento, cada vez mais sinto que o Homem está a perder o consenso e a inteligência.
terça-feira, 13 de abril de 2010
A vida é nossa!
Procuramos constantemente não desiludir quem mais gostamos, quem nos fez crescer e nos mostrou um novo caminho, mesmo que tenhamos encontrado um atalho perigoso, que nos tenha levado a um ponto que ao olharmos para trás com vontade de voltar, apercebemos-nos que existe um abismo impossível de ser ultrapassado.
Continuamos a seguir esse atalho por não haver outra solução, já erramos, já nos perdemos. No entanto queremos manter a imagem que têm de nós! Voltamos a sorrir, a falar, a cantar, a ouvir, a olhar, como sempre o fizemos. Os amigos e os familiares continuam a apostar em nós a colocar as suas mão no fogo por alguém que não merece.
Morre o passado e forma-se o novo Eu! Ninguém tem consciência dessa mudança, continuam a acreditar na tua inocência e na tua ingenuidade, e não querem que ninguém te magoe, não acreditam que alguém que não seja como tu, possa construir contigo a felicidade que precisam para saírem juntos desse abismo, onde ninguém percebeu que te colocaste.
Continuamos a seguir esse atalho por não haver outra solução, já erramos, já nos perdemos. No entanto queremos manter a imagem que têm de nós! Voltamos a sorrir, a falar, a cantar, a ouvir, a olhar, como sempre o fizemos. Os amigos e os familiares continuam a apostar em nós a colocar as suas mão no fogo por alguém que não merece.
Morre o passado e forma-se o novo Eu! Ninguém tem consciência dessa mudança, continuam a acreditar na tua inocência e na tua ingenuidade, e não querem que ninguém te magoe, não acreditam que alguém que não seja como tu, possa construir contigo a felicidade que precisam para saírem juntos desse abismo, onde ninguém percebeu que te colocaste.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Sentimento que dói
Pára! Não aguento mais! Não suporto m
ais isto! Pára, ouviste? Pára. Estás a magoar-me. Que te fiz? Porque te vingas dos teus problemas em mim? Porque mudaste tanto?
Quando te conheci o teu coração era dócil, puro, intocável, controlado, espalhava alegria por onde quer que fosses. E foi por isso que o meu coração se entregou ao teu. E agora isto? Porquê? Porquê comigo?
Lembro-me, quer dizer, relembro-me, de todos os sorrisos e abraços repletos de alegria, das noites longas em que terminávamos entrelaçados e felizes. Não entendo o fim desta história, nem de todas as outras que se repetem... dá-me uma justificação, o porquê desta dor que insistes em me oferecer, uma dor que vai além da dor física, que machuca o meu coração e não encontro o motivo. Explica-me... explica-me... por favor.
(não sei o que é que as mulheres sentem, nem no que pensam nestas situações, mas acredito que o sentimento doi)
ais isto! Pára, ouviste? Pára. Estás a magoar-me. Que te fiz? Porque te vingas dos teus problemas em mim? Porque mudaste tanto?Quando te conheci o teu coração era dócil, puro, intocável, controlado, espalhava alegria por onde quer que fosses. E foi por isso que o meu coração se entregou ao teu. E agora isto? Porquê? Porquê comigo?
Lembro-me, quer dizer, relembro-me, de todos os sorrisos e abraços repletos de alegria, das noites longas em que terminávamos entrelaçados e felizes. Não entendo o fim desta história, nem de todas as outras que se repetem... dá-me uma justificação, o porquê desta dor que insistes em me oferecer, uma dor que vai além da dor física, que machuca o meu coração e não encontro o motivo. Explica-me... explica-me... por favor.
(não sei o que é que as mulheres sentem, nem no que pensam nestas situações, mas acredito que o sentimento doi)
segunda-feira, 29 de março de 2010
Tempo

O dia passa e nem te apercebes... vives na euforia do dia, respiras movimento e nem reparas. Já não sabes o que é estar calmo.
A vida deu um passo tão grande que te perdes no tempo, no espaço. Divagas pela tua mente e descobres que perdeste uma grande parte do que era suposto viveres. Não encontras motivos para sorrir porque não tiveste tempo para ser feliz.
Agora, olhas à tua volta e descobres que estás só, dedicaste pouco tempo para quem te amava, perdeste o sentido para continuares a viver. Não há nada a fazer, colocas as mãos na cabeça e choras. Mas é em vão. Não se anda para trás no tempo e sabes isso melhor que ninguém. No entanto voltas a cometer os mesmos erros e ninguém mais te pode ajudar.... encontras-te novamente só!
sexta-feira, 26 de março de 2010
A outra asa
(pensamentos que surgem)
Somos enganados pelos sentimentos que escondem pequenos def
eitos que mais tarde se tornam pesadelos. São poucos os momentos em que nos apercebemos que o amor falha, mas quando acontece ficamos de rastos e perdemos o sentido da vida. Procuramos um novo amor, sincero, que nos preencha e nos transforme que nos dê algo que nunca tivemos e quando aparece não acreditamos que isso ainda possa existir. No entanto, abrimos os olhos e tomamos consciência que existem outros olhos abertos para nós. Procuramos um sentido nesse novo amor, tornamos os nossos sonhos, realidade.
Durante toda a vida sonhamos com alguém que nos oiça, que nos olhe, que sorria com o nosso sorriso e que nos diga todos os dias o quão importantes somos, não apenas com as palavras. Alguém que nos dê valor não somente quando tem tempo. Assim, deixas de ser o apêndice de ninguém para seres a outra asa de alguém.
Mas chega a altura de retribuíres esse amor, essa alegria... mas erras! Não sabes o porquê, mas uma coisa é certa: queres amar como em Hollywood se ama e deparaste com barreiras que te fazem acordar desses filmes onde tudo é perfeito.
A tua outra asa espera por ti, na adversidade e em todos porquês da vida, e aí sim a perfeição existe.
Somos enganados pelos sentimentos que escondem pequenos def
eitos que mais tarde se tornam pesadelos. São poucos os momentos em que nos apercebemos que o amor falha, mas quando acontece ficamos de rastos e perdemos o sentido da vida. Procuramos um novo amor, sincero, que nos preencha e nos transforme que nos dê algo que nunca tivemos e quando aparece não acreditamos que isso ainda possa existir. No entanto, abrimos os olhos e tomamos consciência que existem outros olhos abertos para nós. Procuramos um sentido nesse novo amor, tornamos os nossos sonhos, realidade.Durante toda a vida sonhamos com alguém que nos oiça, que nos olhe, que sorria com o nosso sorriso e que nos diga todos os dias o quão importantes somos, não apenas com as palavras. Alguém que nos dê valor não somente quando tem tempo. Assim, deixas de ser o apêndice de ninguém para seres a outra asa de alguém.
Mas chega a altura de retribuíres esse amor, essa alegria... mas erras! Não sabes o porquê, mas uma coisa é certa: queres amar como em Hollywood se ama e deparaste com barreiras que te fazem acordar desses filmes onde tudo é perfeito.
A tua outra asa espera por ti, na adversidade e em todos porquês da vida, e aí sim a perfeição existe.
terça-feira, 23 de março de 2010
Amigos que ficam
Onde está
s? Estás aí! É impressionante como nunca me falhas. Nem tu, nem tu, nem mesmo tu!
É tão bom quando o podemos dizer com tanta certeza e confiança. E eu posso! Por mais que o contacto, às vezes, pareça perdido, quando nos reencontramos os sorrisos voltam, o sentimento reaparece... Há momentos que atravessam o meu pensamento sempre que vos dirijo o olhar, sempre que vos oiço, sempre que leio as vossas palavras! Estou longe mas tenho cada um de vós bem perto de mim, junto daquilo a que chamam coração e ao qual eu não posso omitir. Estão cá e por vezes dói relembrar os tempos passados e que parecem impossíveis de se voltarem a repetir. Existem as letras C, G, T, X, A, N, R, M nos vossos nomes mas, também existem subentendidas no meu.
Não consigo reconstruir o espaço que deixam quando não estão comigo. Não consigo ver em mim nenhum sinal que não vos tenha feito parte.
Amigos que ficam e que nunca se perdem, amigos que estão de onde nunca saíram.
s? Estás aí! É impressionante como nunca me falhas. Nem tu, nem tu, nem mesmo tu!É tão bom quando o podemos dizer com tanta certeza e confiança. E eu posso! Por mais que o contacto, às vezes, pareça perdido, quando nos reencontramos os sorrisos voltam, o sentimento reaparece... Há momentos que atravessam o meu pensamento sempre que vos dirijo o olhar, sempre que vos oiço, sempre que leio as vossas palavras! Estou longe mas tenho cada um de vós bem perto de mim, junto daquilo a que chamam coração e ao qual eu não posso omitir. Estão cá e por vezes dói relembrar os tempos passados e que parecem impossíveis de se voltarem a repetir. Existem as letras C, G, T, X, A, N, R, M nos vossos nomes mas, também existem subentendidas no meu.
Não consigo reconstruir o espaço que deixam quando não estão comigo. Não consigo ver em mim nenhum sinal que não vos tenha feito parte.
Amigos que ficam e que nunca se perdem, amigos que estão de onde nunca saíram.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Olhares...

Estou longe de te descobrir...
Quero chegar perto de ti, entrar por ti.
Pelos teus olhos cor de mel,
repletos de amor e de solidão!
Quero descobrir a tua alma
conquistar o teu coração
conquistar o teu coração
e deixar que a vida nos leve.
Quero indagar o teu suspiro quente,
receber respostas cruas, sem mágoa
perceber o mundo que te transforma
e que me impede de chegar mais perto de ti.
Esse teu olhar tão puro e tao distante,
trava o meu percurso.
Põe um obstáculo no meu caminho.
Não me quer por perto.
Os teus olhos perturbam-me,
transmitem medo...
De mim? Porquê?
Tremo de angustia de não te ter,
dos meus olhos correm lágrimas ,
por não terem os teus!
Dos teus lábios precisam os meus!
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